Após muito refletir, cheguei a conclusão de que o medo é o grande vilão da vida humana. Pare e se dê conta de quantas coisas deixou de fazer, quantas pessoas deixou de conhecer por pura covardia. A gente se reprime por medo. Medo esse que vem sendo cultivado, acariciado pelas dificuldades que passamos durante a nossa história. A gente se fode na vida (perdão o termo) e aí fica com medo. Há quem diga que é receio, mas na verdade é puro xixi nas calças mesmo. Se nos decepcionamos em um relacionamento, temos medo de nos envolver novamente. Se arrumamos um bom emprego, temos medo de perdê-lo. Se temos uma vida "marromenos", temos medo de mudar. E aí vamos nos acomodando...deglutindo tudo que vai chegando aos nossos olhos, ouvidos e boca. Sem questionar absolutamente. Engolimos a política, a miséria, a cidade e os sentimentos. Eu agora estou em uma de questionar tudo. E ao invés de "porquê", me pergunto, porquê não? Porquê não mudar, não sentir intensamente, não olhar por dentro, não comer com os olhos...não viver pegando em tudo, tocando tudo. Desatar o nó cego que o medo constrói dentro da gente. Quanto perdemos com essa covardia. Experimente o mundo. Deixe o sol lhe surpreender, as pessoas lhe surpreenderem. Brinque com a vida, afinal de contas, já se disse muito no camping do glorioso seu dai: É TCHUDO NOSSO!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Aimi sori!
Pessoal, mil desculpas pelo abandono do blog, mas estou temporariamente sem internet e não tenho a menor inspiração para escrever em lan houses, pressionada pelos minutos endinheirados. Mas assim que der, estarei me redimindo aqui. Muitos beijos a todos!!!
sexta-feira, 16 de maio de 2008
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Mitologia Grega - Penélope e Ulisses (ou saudade dele).
quarta-feira, 14 de maio de 2008 3:36:56 :
"no time!I pack my staff at my friends house and then i'll enter the naval camp.You are my Penelope (search it at Illiada of Omiros).kisses. mouitos mouitos mouitos bechos."
Na mitologia grega, Penélope (Πηνελόπη) é a esposa de Ulisses. Era filha de Icarius e sua esposa Periboea. Ela aguarda por Ulisses durante todo o seu retorno da Guerra de Tróia, narrado na Odisséia, de Homero.Enquanto Ulisses guerreava em altos mares, o pai de Penélope sugeriu que sua filha se casasse novamente. Ela, uma mulher apaixonada e fiel ao seu marido, decidiu que o esperaria até a sua volta. Perante a insistência de seu pai, para não desagradá-lo, Penélope resolveu aceitar a corte dos pretendentes à sua mão, mas com uma condição: casaria somente após terminar de tecer uma colcha. Colcha esta tecida em tricot, para que a noite o destrabalho rendesse.E assim fez: de manhã aos olhos de todos, Penélope tecia a colcha, de noite ela a desmanchava. E foi assim até uma de suas servas descobrir a mentira e contar toda a verdade. Ela então teve outra idéia e fez a proposta para seu pai e para seus pretendentes que o homem que conseguisse atirar uma flecha com o arco que Ulisses tendeu, poderia se casar com ela, e foi assim que nenhum pretendente conseguiu. Até o dia em que um mendigo pediu para tentar atirar e conseguiu, na mesma hora Penélope reconheceu seu amado marido Ulisses. Penélope só teve um filho chamado Telêmaco, filho de Ulisses.
Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Penélope"
terça-feira, 22 de abril de 2008
Análise do filme Dom Juan de Marco (Trabalho da faculdade)
O filme Dom Juan De Marco trata da estória de um jovem, que aos 20 anos de idade, tenta cometer um suicídio por, dizendo-se ser Dom Juan, estar desiludido amorosamente. O jovem é resgatado pelo Dr. Jack Mickler, um experiente psiquiatra, que ao se apresentar ao suposto Dom Juan, entra na sua fantasia e assume o papel de um suposto Don Octávio del Flores, e o leva para um hospital psiquiátrico, o qual ele acredita ser uma vila. A partir daí, o filme desenrola-se de maneira muito interessante. O psiquiatra apaixona-se pelo caso do garoto, e fica tão fascinado com a sua estória romântica, que o deixa livre a ponto de fazer o próprio psiquiatra repensar a sua vida e a sua conduta até ali. O jovem mostra-se o tempo inteiro como uma pessoa extremamente sedutora, mas que na verdade criou um mundo para si, onde buscava esquecer os acontecimentos traumáticos da sua vida, principalmente relacionados a sua mãe, que, ao que parece, foi uma mulher adúltera. Para proteger o seu ego dessa impactante realidade, O “Dom Juan” se utiliza de vários mecanismos de defesa, como por exemplo a negação, que pode ser observado fortemente no filme. Ele nega a sua realidade o tempo todo, porque aquilo lhe provoca uma angústia insuportável. Outro mecanismo que fica bem evidente, é o da identificação. O personagem busca assumir a identidade de Dom Juan, evitando assim o reconhecimento das suas próprias inadequações.Pode-se observar ainda, que ele se utiliza do isolamento, ou seja, ele preferiu isolar os pensamentos que lhe remetiam a fatos desagradáveis da sua vida, desvinculando de outras idéias, para que esses fatos viessem a ficar armazenados apenas no inconsciente, tendo, assim, pouco acesso por ele próprio, evitando as fortes emoções que, por exemplo, a morte do pai de forma trágica , o fazia sentir. Por ter sido sua mãe uma mulher que transgrediu as regras de uma “boa conduta”, ou seja, traiu o seu pai, Dom Juan ficou muito marcado com essa questão da sexualidade e da conquista e, talvez por isso, encarnou esse personagem, no qual poderia, sem maiores problemas, agir de maneira transgressora sem ter que enfrentar as mesmas crivações que enfrentou sua mãe. Foi uma maneira de sublimar o seu desejo e o tornar “aceitável” pela sociedade. Apesar de apresentar todo esse quadro, o rapaz também se mostrava o tempo inteiro consciente da sua fantasia. Ele sabia que aquela sua estória não era real, conhecia a sua realidade, apenas criou para si, um mundo no qual ele pudesse liberar seus desejos, suas fantasias. Um mundo no qual a sua estória fosse bonita e admirada. Era extremamente criativo. Utilizáva-se da máscara justificando esconder sua vergonha por ter sido o estopim da morte de seu pai. Ele conseguia manter uma capacidade de alternância entre a realidade do ego, e as fantasias do id. Estava extremamente consciente de sua vida, de que estava em um hospital psiquiátrico e etc, porém preferia encarar a situação daquela forma fantasiosa, porque lhe era menos desgostoso. O psiquiatra, ao invés de bombardeá-lo com medicamentos, resolveu ouvir sua história e embarcar no seu devaneio, e acabou por envolver-se por completo. O Dr. Jack, inspirado pela narrativa de seu paciente, começa a enxergar o quão cinzenta havia se tornado sua vida amorosa, ao lado de sua esposa. Ele, então, passa a ter um comportamento diferente, começa a querer resgatar o romantismo no seu casamento. Leva flores para a mulher, convida-a para jantar, para fazer viagem romântica e etc. O delírio de Don Juan é extremamente apaixonante, pois trata de uma forma suprema e graciosíssima das questões do amor e da sexualidade. Foi uma troca bastante interessante, na qual o psiquiatra talvez tenha sido o real beneficiado naquele tratamento, já que, a partir daquele caso, pôde trazer a cor de volta para sua vida. No final do filme, Don Juan mostra-se consciente da sua realidade, sendo assim, liberado para um convívio normal na sociedade.
.: Trabalho da matéria Psicologia Geral II. Adorei fazê-lo!!!Até porquê de "Dom Juans" eu entendo muito bem. rs.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Escrevendo minha história
Aiii, hoje eu tô com uma vontade louca de escrever sobre várias coisas ao mesmo tempo. Cheguei da faculdade agora e estou com a cabeça borbulhando de idéias, de debates e conflitos...vixe! Eu e essa minha mania de escrever tudo. Engraçado, que a umas semanas atrás, minha mãe me deu uma caixa de coisas velhas minhas, onde encontrei todas as minhas agendas e diários, desde quando eu era primário! Gente que coisa engraçada! Como é bom ter esses registros! Fiquei me deliciando, lendo hoooras todas aquelas histórias que eu nem lembrava mais! Recordando pessoas, situações... O primeiro beijo, o primeiro amor, todas essas historinhas eu tenho registradas, pensem que coisa boa?! Agora resolvi fazer um levantamento dos fatos mais importantes e passar pro computador, porque algumas páginas já estão meio que se esfarelando, aí fiquei com medo de perdê-las. Mas sim, o que fiquei pensando foi porquê parei de fazer essas agendas, de registrar coisas tão importantes. Me lamentei por uns instantes, mas depois me toquei: não parei de escrever, apenas me modernizei!rsrsrs. Passei das agendas, para os blogs. E sigo assim, registrando todas as minhas emoções e confusões mentais. Espero que um dia quando eu já estiver lá nos meus "enta" eu possa acessar isso aqui e, bem como foi com as agendas, possa reviver cada momento, cada frustração, cada alegria. Ler e observar o quanto aprendi, e o quanto foi importante tudo o que passei. E ver que na vida, tudo faz sentido, mesmo que a gente não perceba agora, um dia veremos o quanto foi necessário vivenciar cada vírgula da nossa história.
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Dilúvio
Como eu queria contar um conto
Cessar o pranto
Não mais chorar
Como eu queria fantasiar a vida
Numa tela colorida
Me ver dançar
Acalmar essa tormenta
Aliviar a mente
“Desanuviar”
Esquecer a dor
Resplandecer em flor
E novamente desabrochar.
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.: Poesia velha, só porquê tô sem inspiração esses dias.
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